quinta-feira, 6 de setembro de 2012


 

Biografia de Malba Tahan
Ao criar seu pseudônimo, Júlio César criou também um personagem: Malba Tahan. Este escritor, cujo nome completo seria Ali Yezid Izz-Eddin Ibn Salim Hank Malba Tahan, teria nascido na cidade de são paulo , próximo a Meca, a 6 de maio de 1885. Teria feito seus estudos no Cairo (Egito) e Istambul (Turquia). Após a morte de seu pai, teria recebido vultosa herança e viajado pela China, Japão, Rússia e Índia, onde teria observado e aprendido os costumes e lendas desses povos. Teria estado, por um tempo, vivendo no Brasil. Teria morrido em batalha em 1921 na Arábia Central, lutando pela liberdade de uma minoria local. Seus livros teriam sido escritos originalmente em árabe e traduzidos para o português pelo também fictício Professor Breno Alencar Bianco. 
Homenagens
Em homenagem a Malba Tahan, o dia de seu nascimento – 6 de maio – foi decretado como o Dia do matemático (ou Dia da matemática) pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Malba Tahan é nome de escola no Rio de Janeiro e de teatro em São Bernardo do Campo/SP.











Júlio César de Mello e Souza

Rio de Janeiro, 6 de maio de 1895  Recife, 18 de junho de 1974, mais conhecido pelo heterônimo de Malba Tahan, foi um escritor e matemático brasileiro. Através de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil.
Ele é famoso no Brasil e no exterior por seus livros de recreação matemática e fábulas e lendas passadas no Oriente, muitas delas publicadas sob o heterônimo/pseudônimo de Malba Tahan. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites. Monteiro Lobato classificou-a como: "… obra que ficará a salvo das vassouradas do Tempo como a melhor expressão do binômio ‘ciência-imaginação.’" Júlio César, como professor de matemática, destacou-se por ser um acerbo crítico das estruturas ultrapassadas de ensino. "O professor de Matemática em geral é um sádico. — Denunciava ele. — Ele sente prazer em complicar tudo." Com concepções muito à frente de seu tempo, somente nos dias de hoje Júlio César começa a ter o reconhecimento de sua importância como educador. Em 2004 foi fundado em Queluz -- terra onde o escritor passou sua infância—o Instituto Malba Tahan, com o objetivo de fomentar, resgatar e preservar a memória e o legado de Júlio César.
Biografia


Juventude
Júlio César viveu quase toda a infância na cidade paulista de Queluz. Seu pai, João de Melo e Sousa, e sua mãe, Carolina de Melo e Sousa, ambos professores, tinham uma renda familiar apenas suficiente para criar os nove filhos do casal. Quando criança, já dava mostras de sua personalidade original e imaginativa. Gostava de criar peixes (chegou a ter 500 deles no quintal de sua casa) e já escrevia histórias com personagens de nomes absurdos como Mardukbarian, Protocholóuski ou Orônonsio. Em 1905, retornou ao Rio de Janeiro para estudar. Cursou o colegio militar e o colegio pedro ll. A partir de 1913, passou a freqüentar o curso de Engenharia Civil da escola politecnica

A carreira de escritor
Júlio César passou a colaborar no jornal O Imparcial, onde publicou seus primeiros contos com o pseudônimo R. S. Slade. Nos anos seguintes, o jovem escritor estudou a fundo todos os aspectos da cultura árabe e da oriental. Em 1925, propôs a Irineu Marinho, dono do jornal carioca A Noite, uma série de "contos de mil e uma noites". Surgia aí o escritor fictício Malba Tahan, que assinava os contos com comentários do igualmente fictício Prof. Breno de Alencar Bianco. Seu pseudônimo tornou-se tão famoso que o então Presidente Getúlio Vargas concedeu uma permissão para que o nome aparecesse estampado em sua carteira de identidade. Na década de 1930 aconteceu uma grande polêmica entre autores de livros de matemática: Tahan contra Jacomo Stávale e Algacyr Munhoz Maeder. Até o fim da vida, Júlio César escreveu e publicou livros de ficção, recreação e curiosidades matemáticas, didáticos e sobre educação, com seu nome verdadeiro ou com o ilustre pseudônimo.
Lecionou diversas matérias como história, geografia e física, até se fixar no ensino de matemática. Ensinou também no Instituto de Educação e na Escola Nacional de Educação. Além das aulas, Júlio César proferiu mais de 2000 palestras por todo o Brasil e em algumas localidades do exterior. Ficou célebre por sua técnica como contador de histórias e por sua atuação inovadora como professor. Suas aulas eram agitadas e interessantes, sempre repletas de curiosidades que atraíam a atenção dos estudantes.

Outras atividades
Júlio César foi um enérgico militante pela causa dos hanseniacos. Por mais de 10 anos editou a revista Damião, que combatia o preconceito e apoiava a humanização do tratamento e a reincorporação dos ex-enfermos à vida social. Deixou, em seu testamento, uma mensagem de apoio aos hanseníacos para ser lida em seu funeral.

Falecimento
Júlio César faleceu em 18 de Junho de 1974, em Recife, vítima de um ataque cardíaco. Deixou uma série de ilustrações para seu sepultamento: além da mensagem que devia ser lida, exigiu caixão de quinta classe, plantas anônimas, tudo de coroas, nada de luto nem discursos.










livro online...

Pra quem ta afim de ler o livro mais anda meio sem grana,ta ai o homem que calculava em pdf!!!

http://www.tse.gov.br/hotSites/biblioteca/corujita/arquivos/O_homem_que_calculava.pdf

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Resumo sobre o livro O homem que calculava!!

O homem que calculava

O homem que calculava, de autoria do professor e engenheiro civil, o carioca Júlio César de Mello e Souza -; 1895-1974- narra as aventuras e proezas matemáticas do matemático persa , fictício , criado pelo autor; que retrata a vida de Beremiz Samir, personagem central de eventos que se desenrolam no século XIII. 
O livro apresenta de forma romanceada alguns problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Em certa passagem narra, inclusive, uma das lendas da origem do jogo de xadrez. Ao longo da leitura também se vai conhecendo alguns costumes da cultura Islã. 

Beremiz Samir, é o protagonista principal da história contada neste livro. 
Vivemos em tempos difíceis pra uns e nem tanto pra outros. 
Mas isto não impede que ponderemos e permitamos gostosas divagações sobre o assunto abaixo descrito. 
Considerando os efeitos da aplicação da matemática no meio social em que vivemos; haveremos de concordar que é tão necessária quanto às coisas mais essenciais que necessitamos para sobreviver. 
A exemplo do oxigênio, da água, da nossa alimentação, da nossa afetividade, etc. 
Imaginemos quais formas teríamos à nossa volta, se nas circunstâncias que proporcionaram sua criação não tivesse sido feito uso da matemática. 
Quanta coisa seria diferente. 
Vejamos agora então; 
- quem aplica a matemática? 
Ora a matemática é aplicada pelos doutos e pelos incultos. 
Se nos vemos nos mais sofisticado meio social, que se possa conceber no planeta atualmente, haveremos de perceber que ali, o uso desta ciência maravilhosa está sendo imprescindível, isso mesmo! 
Está; assim no tempo presente mesmo; pois além da importância crucial que não podemos deixar de lhe atribuir ela, a matemática, não para nunca sua ação; em todo momento é utilizada e aplicada. 
E se por outro lado, nos situarmos no mais rudimentar meio social possível de ser localizado no planeta ou até mesmo se possível fosse fora dele -; planeta ; com certeza aí também estão sendo aplicados os princípios básicos da matemática. 
Diriam os leitores, como encontraríamos alguém num ambiente rudimentar da forma descrita, certamente não menos hostil, que estivesse aplicando seus conhecimentos matemáticos. 
Caro leitor, temos que admitir; matemática é tão excelente e tão constantemente aplicada que não depende de estar povoado com seres humanos determinado ambiente, por mais que seja sofisticado ou rudimentar, para que aí se perceba a matemática acontecendo!. 
Se for encontrada alguma forma de vida; a matemática aí está. 
Se nenhuma forma de vida for encontrada; do mesmo modo a matemática aí se encontra presente, pelas forças naturais interagindo entre si. 
As ondas do mar na sua simetria que desperta beleza! 
As areias do deserto e da praia, tocadas pelo vento e pelas águas respectivamente, vão esculpindo formas que maravilham os olhos das privilegiadas criaturas que tenham a oportunidade de Contemplar. 
Os frutos ao caírem das árvores nos bosques, com seus formatos predefinidos, seus sabores adoçados na medita exata de um paladar agradável, prova que cálculos foram feitos para tudo dar certo. 
Teríamos aqui uma lista infinda de provas substancias da onipresença da matemática em todo o tempo e espaço! 
Porém este breve relato se prende ao objetivo de tornar notória a impressão causada pela leitura do livro acima citado, onde Beremiz Samir, delicia-nos com natural desenvoltura no uso e aplicação da matemática. 
Acreditem, até o mundo seria mais pacífico e as pessoas também mais pacíficas, se dessem conta da presença marcante e fundamental damatemática em suas vidas, desde o nascimento e mesmo antes do próprio nascimento; até à morte e da mesma forma mesmo depois da própria morte. 
Creio que a partir deste momento, se você era do tipo que ao usar um copo para beber água, para mitigar sua sede, não tinha percepção nem preocupação com as formas geométricas impregnadas no copo pelo fabricante para agradar a quem o usar, saiba que isto aqui escrito é a mais pura verdade. Portanto acredite, a matemática está, dentro e em volta de você. 
Um forte abraço, matematicamente grandioso e abençoado à todos que puderam captar e compreender esta mensagem. 
Aos que nada puderam entender...um multiplicado sorriso de compreensão e que passe a meditar que isto é assim, como o Sol é simetricamente luminoso.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Paradoxos!!

Paradoxo do Pinóquio 


Pense no Pinóquio aquele boneco de madeira.Pense que ele disse "meu nariz vai crescer".Coo o nariz dele só cresce s ele contar mentira e não cresce instantaneamente,ele mentiu logo o nariz crescera,se ele crescer,ele terá dito a verdade,logo o nariz não crescera,mas se não crescer ele terá mentido...


Paradoxo do avô (ou paradoxo temporal)


Vamos supor que um homem conseguiu fazer uma maquina do tempo.Ele volta no tempo e acidentalmente mata o próprio avô.Se ele mato o próprio avô,ele não nascera,se ele não nascer ele não criara uma maquina do tempo e não voltara no tempo e não matara o próprio avô, então se não o matar,ele nascera....



O Paradoxo do mentiroso

"Esta frase é falsa".Se a frase é falsa, então é verdadeira;se é verdadeira , então é falsa.